foi assim:
Marechal Castelo Branco instaura a ditadura no Brasil
após o golpe vitorioso em 1º de abril de 1964.
Queima de livros no Brasil, após o golpe militar de 1964.
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Violenta invasão, em 1968, pelas forças policiais da ditadura no Brasil,
do Centro Universitário na Rua Maria Antônia em S
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Cartaz dos estudantes reagindo ao cerco policial do Centro Universitário da USP
na Rua Maria Antônia, SP, em 1968.
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Estudante ferido na invasão pela polícia do Centro Universitário da USP na Rua Maria Antônia.
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Estudante Edson Luís, morto por Aloísio Raposo que comandava o destacamento
da polícia militar na invasão do Restaurante Universitário do Rio de Janeiro,
em 22/3/1968, fato que gerou a Passeata dos Cem Mil, em 22/6/1968.
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Cavalaria jogada contra os que saíam da missa pela morte do estudante Edson Luís
na Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, em 1968.
A força das armas e da violência se impôs e por todas as maneiras procurou impor o silêncio e a intimidação. O poder se mostrava avesso ao que cheirasse a pensamento, porque pensar implica mudar, transformar e não ficar imobilizado pelo medo. Por isso, para gerar o medo que imobiliza, não houve hesitação em recorrer ao terror. E o terror, com o apoio dos irmãos do norte, se espalhou pelo continente sul-americano.
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Todos os participantes do Congresso da União Nacional de Estudantes em 1968,
em Minas Gerais, presos pela repressão policial-militar no Brasil.
Polícia reprime manifestações estudantis e populares.
A foto pode ser de qualquer um dos países do Cone Sul da América Latina,
incluindo o Brasil, nas décadas de 1960, 1970 e início dos anos de 1980.
O aparelho da ditadura no Brasil responsável pela tortura e morte do jornalista Wladimir Herzog
tenta a encenação de um suicídio que não se sustentou.
Imagens de torturados e mortos durante a ditadura instaurada
em 1964 no Brasil, muitos dados como desaparecidos,
que foram encontradas nos aparelhos de repressão
em São Paulo e no Rio de Janeiro.
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Durante a campanha de terrorismo instaurada por setores das forças armadas
no Brasil, explode acidentalmente no colo de um sargento junto a um capitão
do exército, a bomba que seria colocada no Rio Centro,
na comemoração do 1º de maio de 1981.
no Brasil, explode acidentalmente no colo de um sargento junto a um capitão
do exército, a bomba que seria colocada no Rio Centro,
na comemoração do 1º de maio de 1981.
Más memórias difíceis de serem varridas para baixo do tapete. Pior, ainda atemorizantes, quando nos deparamos com as ações dos que gostariam de reeditá-las. Cabe lembrar que a ditadura instaurada no Brasil em 1964 e aprofundada em 1967, não foi a de um líder carismático e de um grupo apenas em torno a ele reunido. Foi, ao contrário, um bem mais amplo conluio entre militares, políticos, empresários e os que se apressam em aplaudir a centralização do poder em mãos autoritárias.









